A IMPRENSA DA RESISTÊNCIA

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Ceice Kameyama

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ALTERNATIVA

A primeira reação ao espanto provocado pelo golpe militar deu-se pelo humor, a sátira e o deboche. Era como se fosse necessário sacudir o torpor de uma derrota sem luta. A reorganização das forças de oposição e a breve retomada das lutas estudantis e operárias entre 1966 e 1968 estimulou o combate frontal. A resposta foi fulminante: o AI-5, a repressão violenta, a tortura, os assassinatos. Tempo de rever premissas e estratégias, relançar o debate, repensar a ação política, levando-a a todos os campos em que o poder se manifesta, inclusive o próprio corpo. Essa é a história que está escrita em cada linha de cada um dos jornais alternativos que você encontra nos links abaixo

Repórter

POLITIKA, CRÍTICA

Coojornal

Varadouro

Movimento

AVESSO, A PONTE

O São Paulo

DE FATO, CIDADE LIVRE

AMANHÃ

Fotoshop

MARIA QUITÉRIA, BOLETIM DO CBA, ANISTIA!, CORREIO DA MANHÃ

Versus

O SOL

ABCD, JORNAL DA VILA, REPÓRTER DE GUARULHOS

O Pasquim

TRIBUNA METALÚRGICA, O METALÚRGICO

Opinião

TIÇÃO, JORNEGRO, SINBA

PORANTIN, NIMUENDAJU, BORDUNA

UNIDADE, JORNAL DA ABI

EX

O INIMIGO DO REI

LAMPIÃO DA ESQUINA

BRASIL MULHER, NÓS MULHERES, MULHERIO

Beijo

FLOR DO MAL, VERBO ENCANTADO

PIF PAF